Orador Convidado

Aulas onde leccionei como orador convidado

 

Escolas de Verão e Cursos Breves

I Escola de Verão em Género e Sexualidades (2015)

O Papel das Sexualidades na Construção do Género: Média e Hetero-Mono-Normatividade 

 

FCSH - UNL

Aula de Cibercultura 2018 - (22/11/2018)

Aula de Cibercultura 2017 - 

Seminário de Tradução 2017 - (26/4/2017)

Aula de Cibercultura 2016 - (17/11/2016)

Cyberculture Seminar 2015 - (26/11/2015)

Seminário de Tradução de Inglês 2015 (2) - (18/11/2015)

Seminário de Tradução de Inglês 2015 - (15/04/2015) 

Aula de Cibercultura 2014 - (14/11/2014) 

Aula de Cibercultura 2013 - (6/12/2013)

Aula de Geografia, Género e Sexualidade - (23/4/2013)

Aula de Cibercultura 2012 - (30/11/2012)

Aula de Cibercultura 2011 - (25/11/2011)

 

ISCTE

Sessão do grupo "PsyChanges" - Falar sobre Ciência a partir de onde? Reflexões éticas sobre a comunicação de conhecimentos situados - (3/04/2019)

Aula de Media e Opinião Pública 2016 - (29/11/2016)

Aula de Media e Opinião Pública 2015 (2) - (3/12/2015)

Aula de Media e Opinião 2015 - (4/5/2015)

Aula de Media e Opinião Pública - (20/11/2014)

 

ULHT

Aula de Conjugalidade e Parentalidade - (27/02/2015)

 

IADE

Aula de Design da Comunicação - (6/01/2017)

 

ICS - Universidade do Minho

Aula Aberta em Sociologia (Ciências da Comunicação) - (14/12/2018)

Aula Aberta em Sociologia da Família 2017 . (27/42017)

 

Universidade Autónoma de Lisboa

Aula Aberta: "Cidadania da Intimidade - Dicas para Jornalistas

 

Instituto Politécnico de Leiria

Seminário de Bioempreendedorismo (ESTM) - (14/03/2019)

Aula de Media e Opinião 2015

A partir do convite do Prof. Dr. Pedro Pereira Neto, dinamizei no dia 4/5/2015, no ISCTE, uma sessão da aula de Media e Opinião.

Fica abaixo o registo áudio da aula, bem como a bibliografia específica usada e o Prezi usado na apresentação da aula.

 

Gravação áudio

 

Apresentação

Download aqui

Bibliografia específica

Álvares, C., & Cardoso, D. (2010). As Desigualdades do Amor. Revista de Comunicação & Cultura, (9), 89–107.

Foucault, M. (2000). The Ethics of the Concern of the Self as a Practice of Freedom. In P. Rabinow (Ed.), The essential works of Michel Foucault, 1954-1984: Ethics (Vol. 1, pp. 281–301). London: Penguin.

Foucault, M. (2002). Truth and Power. In J. Faubion (Ed.), The essential works of Michel Foucault, 1954-1984: Power (Vol. 3, pp. 111–133). London: Penguin.

Martins, I. R. (2012). Female Fronted Metal: Um pseudogénero musical para a marginalização da mulher artista? In M. do R. G. Santos & E. M. Lessa (Eds.), Música, Discurso, Poder (pp. 185–200). Minho: Húmus. Retrieved from http://repositorium.sdum.uminho.pt/handle/1822/23657

Santos, A. C. (2013). Are we there yet? Queer sexual encounters, legal recognition and homonormativity. Journal of Gender Studies, 22(1), 54–64. http://doi.org/10.1080/09589236.2012.745682

Silveirinha, M. J. (2005). Democracia deliberativa e reconhecimento: repensar o espaço político. In J. C. Correia (Ed.), Comunicação e Política (pp. 147–180). Covilhã: UBI Labcom.

Van Dijk, T. (2005). O Poder e a Imprensa. In Discurso, Notícia e Ideologia: Estudos na Análise Crítica do Discurso (pp. 73–95). Porto: Campo de Letras.

Van Dijk, T. A. (2012). The Role of the Press in the Reproduction of Racism. In M. Messer, R. Schroeder, & R. Wodak (Eds.), Migrations: Interdisciplinary Perspectives (pp. 15–29). Vienna: Springer Vienna. Retrieved from http://link.springer.com/10.1007/978-3-7091-0950-2_2

“Activismo não é tanto a minha praia, gosto mais de fazer mesmo as coisas”. Concepções e contestações de participação cívica na cidadania para a intimidade

Submissão aceite para a Conferência Activismo em Tempos de Crise (2015)

Abstract

Partindo de uma concepção lata de participação cívica (Banaji & Buckingham, 2013) e de um enfoque específico nas questões de género e sexualidades associadas à cidadania da intimidade (Plummer, 1994), procura-se entender que diferentes práticas e significados os jovens atribuem ao activismo e ao lugar dos novos media dentro dele, que práticas eles têm (ou não têm) como é que elas se ligam com estruturas e organizações mais formais ou se constituem como formas de subactivismo (Bakardjieva, 2009).

Para esta investigação, enquadrada no doutoramento “Entre Corpos e Ecrãs”, participaram num inquérito por questionário perto de 200 jovens entre os 16 e os 19 anos, e em entrevistas semi-estruturadas aprofundadas 11 deles.

Os resultados mostram que as definições de activismo e participação cívica são contestadas pelos jovens, lidas de múltiplas maneiras e organizadas hierarquicamente junto com outros tipos de actividade, demonstrando que a própria concepção de fazer activismo implica já processos identitários nos quais nem todos os jovens se revêem (Neumayer & Svensson, 2014), sugerindo um estigma ou descrença associados a certas construções discursivas do que é o activismo.

Por outro lado, género e orientação sexual (bem como o respectivo privilégio social ou falta dele) modulam a forma como a centralidade da cidadania da intimidade é (ou não) referida, e como os jovens se constroem a si mesmos enquanto agentes socialmente responsáveis e/ou subjectivamente interessados em diversas expressões (online e offline) da participação cívica. Os jovens que se apresentaram como não-heterossexuais, em particular, referem a centralidade das novas tecnologias para a quebra do seu isolamento social e/ou geográfico no que diz respeito à construção da sua identidade de orientação sexual e também no acesso a experiências que sentissem ser relevantes para a sua vida (Döring, 2009; Kubicek, Beyer, Weiss, Iverson, & Kipke, 2010; Saraswati, 2013; Szulc & Dhoest, 2013).

É neste ponto que a intersecção de diferentes aspectos da sexualidade online alvo de questionamento no estudo se torna relevante, na medida em que permitiu aos jovens pensar em elementos tão aparentemente díspares como a pornografia ou a procura de empatia e de experiências subjectivas enquanto elementos que envolvem e constituem participação cívica e, portanto, parte do discurso que anima a esfera pública (Goode & McKee, 2013; Gray, Klein, Noyce, Sesselberg, & Cantrill, 2005; Willis, 2012) na constituição de culturas cívicas (Dahlgren, 2005) e no alargar da própria noção de esfera pública e de política (Álvares, Martins, & Cardoso, 2011; Silveirinha, 2010).

Prezi de apresentação

Gravação áudio


O Papel das Sexualidades na Construção do Género: Média e Hetero-Mono-Normatividade

Co-dinamização das actividades do segundo dia da I Escola de Verão Género e Sexualidades, organizada pelo Grupo de Trabalho Género & Sexualidades (SOPCOM). 7-9 de Julho de 2015.

Mais informações aqui, incluindo sobre como se inscrever para a Escola de Verão.

Abaixo podem ser consultadas informações específicas sobre as actividades deste dia e está já disponível o registo da minha sessão.

 

Continuar...