Portuguese youngsters and sexualized usages of new media

Abstract

There has been a growing body of research into youth and their sexualized use of technologies, especially focusing on pornography consumption and, more recently, sexting. As Alan McKee (2009) argues, oftentimes the results are heavily skewed by the presupposed social role of the media being consumed/produced; alongside that, a possibly outdated notion of how media effects operate tends to generate an ideological discourse that focuses on children and youngsters as holders of a purity that must be protected. On the other hand, participatory and emancipatory research into this area runs into many ethical problems that need to be worked around by researchers, in an attempt to bring forward the voices of those actually involved in these social practices, and how they make sense of their own actions.

The research and preliminary results from a survey to Portuguese emerging adults (16-18 year olds) attempt to address these matters in the particular context of a Catholic and sexually/morally conservative culture, as well as conceptualizing age and adolescence within the field of queer theory, in an effort to contradict the (post-modern) subject as completely legally and bodily developed and to understand both patterns of uses and also their contexts within those youngsters’ lives.

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Recensão "Seduzir ou Informar?"

Publicada a recensão ao livro "Seduzir ou Informar?", de Carla Cardoso, no nº. 51 da Revista Jornalismo & Jornalistas. Disponível AQUI.

Reflex(ã)o nas sombras

Tive, há alguns meses, uma interessante conversa com uma pessoa de origem étnica não-ocidental. Essa conversa foi, nem de propósito, sobre a utilização da palavra “escravatura” em contexto BDSM. De acordo com ela, o uso da palavra demonstra um certo desrespeito cultural e o abuso de um privilégio branco e ocidental.

Esta é uma crítica válida. Não segue dela, porém, que se deva simplesmente abandonar a palavra – antes, motiva-nos a pensar criticamente sobre o seu uso. Este número da revista é dedicado a pensar a questão da escravatura – nas suas várias formas, mais e menos subtis, mais e menos agressivas, mais e menos criadoras de sofrimento. Então, para quê vir falar de BDSM, de práticas sexuais, de práticas de prazer? Dito de outra forma: não se está, com este artigo, a confundir as coisas, a menosprezar o peso e a importância da escravatura enquanto problema sócio-político?

Pretendo demonstrar que não. Como rede de poder que é, o BDSM possui, quando encarado reflexivamente, um potencial de desconstrução, catarse e análise que importa olhar mais de perto.

 

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