Os Sexos no Fantástico

"Os sexos no fantástico" foi um painel do Fórum Fantástico 2011 que contou com a participação de três autores de ficção fantástica/sci-fi nacional - Madalena Santos, Bruno Martins Soares, Pedro Ventura - e comigo próprio. Começou por volta das 19:00 de dia 18 de Novembro de 2011

Gerou-se, em torno das representações de género, dos arquétipos e dos usos da linguagem, um interessante debate que convido a escutar (pela primeira vez ou não!) aqui em baixo, bem como ver o ficheiro da apresentação que fiz.

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Outras participações

Abaixo está uma lista de outros eventos em que participei ou textos em que colaborei.

 

Seminário de Tradução de Inglês 2015 (convidado) - (15/04/2015) 

Aula de Conjugalidade e Parentalidade  (convidado) - (27/02/2015)

Aula de Media e Opinião Pública (convidado) - (20/11/2014)

Entrevista a Christian Fuchs no ECREA2014 (teaser) - (15/11/2014)

Aula de Cibercultura 2014 (convidado) - (14/11/2014) 

Aula de Cibercultura 2013 (convidado) - (6/12/2013)

Aula de Geografia, Género e Sexualidade (convidado) - (23/4/2013)

Aula de Cibercultura 2012 (convidado) - (30/11/2012)

Aula de Cibercultura 2011 (convidado) - (25/11/2011)

Fórum Fantástico 2011 - Os Sexos no Fantástico (18/11/2011)

Dialogue on Power and Ethics: the Polyamory and Queer Movements - com Pepper Mint - Out. 2011

Um Ensaio Sobre "The Matrix" - Trabalho de licenciatura

Jornalismo e Responsabilidade Social - Trabalho de licenciatura

Poliamor e feminismo: caminhos e teorias cruzadas - Trabalho de Mestrado

Poliamor - as comunidades do meme - Trabalho de Mestrado

Publicações

Material publicado

 
 
 

Participações Editoriais

 

Aula de Cibercultura 2011

Tenho sido convidado pelo Professor Doutor Jorge Martins Rosa para dinamizar uma sessão no Seminário de Cibercultura (Mestrado de Ciências da Comunicação), na FCSH/UNL.

Cada ano, a aula toma contornos ligeiramente diferentes. Este ano, procurei focar-me na figura do cyborg (utilizando como exemplo prático o cibersexo), questionar a sua lógica de funcionamento, associá-la à teoria queer como movimento pós-identitário, encaixando aí a passagem das práticas políticas teleológicas para as práticas ligadas às potências.

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